segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Escola Rural da Mata do Ronca será reformada

Vereador Fábio Barros em reunião com a secretária de Educação Jaqueline Moreira

O vereador do Paulista, Fábio Barros (PT), visitou a Escola municipal Rural Mata do Ronca, localizada na área rural do Paulista, que apresenta problemas estruturais. Após várias reuniões do vereador com os gestores municipais, representantes do sindicato rural da Mata do Ronca e lideranças comunitárias ficou estabelecido que a reforma da instituição de ensino está prevista para o início de janeiro de 2012.

Entre os principais problemas encontrados na estrutura física da escola rural está o telhado, que ainda é feito de telhas de amianto, as quais, devido o calor, não são adequadas para salas de aula. Em busca de solução para os problemas da instituição, o vereador Fábio Barros reuniu-se com a secretária municipal de Educação, Jaqueline Moreira; o diretor da secretaria municipal de Assuntos Jurídicos, Francisco Padilha, representando o secretário Flávio Régis e o secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Jorge Carreiro.

De acordo com o vereador, a secretária de Educação mostrou-se sensível a solução e já estava, em mãos, com um orçamento prévio para a reforma. Segundo a secretária, as obras não foram realizadas devido impasses jurídicos que ainda existiam entre a prefeitura do Paulista e o sindicato rural da Mata do Ronca, atual proprietário do imóvel. “A ação intersetorial das secretarias de Educação, Assuntos Jurídicos, Planejamento/Meio Ambiente e poder legislativo garantiram a solução para a comunidade escolar do Ronca”, disse o vereador.

A Escola municipal Rural Mata do Ronca funciona há 26 anos na região. Atualmente, dez professores ensinam os 93 alunos do Ensino Fundamental que estão matriculados na instituição. Todos os estudantes permanecem em horário integral contando, inclusive, com alimentação. Os líderes comunitários Eliseu Batista e Júlio Bento, preocupados com os problemas existentes, alertaram o vereador Fábio Barros com relação a falta de estrutura básica, que garantem a segurança de professores e alunos.